RaceBrazil

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

550 Spyder com Injeção

Coloquei uma injeção de Kombi no Porschinho. O carro foi de pista e tem 13,5 de taxa à álcool. a injeção é de Kombi a gasolina que comprei de um cara no ForumFusca4ever, recomendo porque tem muitas peças à venda lá.
O carro tem um comando bravo, mas com bicos de Astra ficou perfeito. A ignição corta 5500, precisa abrir o módulo e retirar, mas vou deixar assim mesmo. 5500 em quarta já é velocidade pacas. Esse carro com Webers e metanol passava em frente ao box a 6200 rpm em quarta original e coroa 8:31, na rua não precisa disso. O carro já está um foguete, acho que está melhor que quando tinha as webers no álcool, mas ainda inferior ao metanol.
A instalação foi feita pelo Alexandre Amaral, irmão mais novo do Coruja, ficou muito caprichada.

O trambulador do cambio feito pelo Roberto "Coruja" Amaral, fazer os cabos serem paralelos não é fácil, é para quem sabe.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Óia eu de Formula Vee Brazil

Eu de capacete Bell vintage e óculos Climax andando de NAJA da Formula Vee Brazil


Foto de Rodrigo Ruiz - velocidadeonline.com.br

domingo, 31 de outubro de 2010

Formula Vee - Carenagem Pronta

A carenagem ficou pronta, faltam alguns ajustes, mas ficou ótima.



Detalhes para encomendas dos Kits do Formula Vee:
http://formulaveebrazil.blogspot.com/

O "artista" Xicão Pellegrino do ABCD e do Blog do Camaro fez essa coisa aí embaixo. O projeto é tão bom que permite preto e laranja igual à Veraneio GT.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Oficina do Meu Tio Luiz


Na época se fazia de tudo em uma oficina e punham a mão na graxa com gosto. Ficava na Rua Pedroso entre Brigadeiro e Rui Barbosa. Aprendi muita coisa nessa oficina e fiz muita besteira também.
Meu tio Luiz foi registrado errado com Luiz Zulini, filho de Antonio Zullino, irmão de Amadeu Zullino, meu pai, coisas de cartório, mas ele nunca deu a mínima. Ele começou a trabalhar desde menino, era funileiro, pintor, mecânico, montava motor, mexia em câmbio e até em câmbios automáticos que eram um terror na época.
Minha família desde meu avô e seus irmãos era toda composta de mecânicos, os filhos seguiam, o único que não foi mecânico foi meu pai que não gostava. Tenho dúvidas se sabia mexer em um chave de fenda, delegava ao irmão a tarefa de fazer seus carros andarem.