Formula Vee Brazil

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domingo, 26 de julho de 2009

O acidente de Massa podia ser evitado

Pedro Rodriguez e seu Protos Formula 2. Projetado pelo Frank Costin, engenheiro aeronáutico e que sempre esteve na base dos projetos aerodinâmicos da Lotus. Era irmão do Mike Costin que fundou a Cosworth com o Keith Duckworth.

O carro correu com algum sucesso, mas finalmente teve um acidente em Etna na Sicília e foi abandonado. Na realidade, as razões eram mais ligadas ao fato de ser um laboratório para o Costin. Possuia algumas peças de madeira no chassis e o Costin preferiu desenvolver o Marcos GT e seu chassis de madeira compensada.

Os pilotos reclamavam de abafamento e claustrofobia, mas é melhor isso do que levar uma mola na testa.


19 comentários:

Buonanno disse...

Zullino, também pensei sobre isso ontem. Eu não conhecia esse modelo, mas pensei na hora no Peugeot 908 que ganhou Le Mans este ano.

regi nat rock disse...

Pô Zullino, vc postou dia desses que piloto macho só anda em carro aberto.
Uma alusão ao seu spider?

Enfim, não é de hoje que muita gente defende um canopi em fórmulas. Mas, se nem na terra do politicamente correto, não conseguiram implantar essa segurança passiva ( e olha que os carrinhas atingem os 400 hm/h) vc acha que os europeus vão aceitar isso?
Alias recordo o que Piquezão disse uma vez que " a maioria que vai ao autódromo quer ver porrão, de preferencia sangrento".
Não acho que a idéia vingue, ao menos pelos próximos 4/5 anos. Nem que seja para teste. Fizeram isso com o Kers e só agora é que o bagulho está fazendo diferença numa ultrapassagem.Só que no ano que vem será descartado.
É o risco do negócio. Eu prefiro andar em carro fechado. Nos formulas, quero 'ver' o vento na cara do piloto.

Francisco J.Pellegrino disse...

Vou colocar vidro a prova de balas na minha baratinha....

roberto zullino disse...

Claro que estava me referindo ao meu spyder, só macho corre de carro aberto como o meu.
Os cagões ficam querendo andar de pumas e outras bicheiras só de medo de tomar um passarinho na testa.
Não há experiência melhor do que correr de carro aberto, dá um medinho, mas a sensação é muito boa.
O que não quer dizer que não se possa progredir e usar um canopy nas formuletas.

M disse...

O Zullino anda de carro aberto porque não tem grana para comprar um hard-top. Coisa de mindingo...

Francisco J.Pellegrino disse...

Eu concordo com o M...

roberto zullino disse...

Mentira, ando de carro aberto porque gosto da emoção e tenho uma certa curiosidade de saber como é o outro lado. E ando na Raposo Tavares, coisa infinitamente mais perigosa do que esse kartódromona Hungaria.

roberto zullino disse...

Chicão é maloqueiro e puxa saco do M.

M disse...

MNETIRA !!!!

M disse...

Ele é só maloqueiro...

Francisco J.Pellegrino disse...

Num sei de nada, nunca corrí de carro aberto, só tive aquele Puma aberto...o M é fuleiro.

M disse...

Nada...
Tenho sangue quase azul !

Francisco J.Pellegrino disse...

Quem tem sangue azul é o Conde da Granja que recebeu o título a semana passada do soberano Lula I de Banania, aquele que distribui grana para paraguaios e bolivianos...

M disse...

O do Zullino é azul de metileno...

Pé de Chumbo disse...

Pessoal, estou tremendo de raiva da emissora Band.
Eu tava assistindo o jogo Corinthians X Palmeiras, bastou o Ronaldo se machucar e mudaram imediatamente a transmissão para o jogo Santos e Flamengo. Porra, que falta de respeito!
Depois, anunciaram que iriam transmitir a Indy ao vivo, colocaram só a largada e voltaram pro futebol.
Não vou mais assistir aquela merda!
A Bandeirantes não respeita o telespectador!

roberto zullino disse...

A Bandeirantes TV nem parece ligada às emissoras de rádio. É de um baixo nível total, só se salva o Jornal com o Boechat, Joelmir e Boris. O resto é lixo.

Anônimo disse...

Ué, vcs ainda assistem a Band? fred

Anônimo disse...

Não precisa nem ser canopy fechado igual avião caça, basta deixar o capacete livre de impactos. fred.

Anônimo disse...

Roberto Zullino:

No GP da Itália de 1967, Jack Brabham utilizou nos treinos um canopy mais alto e envolvente no seu Brabham BT-24. A preocupação dele e de Ron Tauranac era mais com a aerodinâmica do que com a segurança. A tentativa não melhorou a performance do carro e ele disputou a corrida com um canopy convencional.

Um abraço.

Ricardo Cunha